segunda-feira, 20 de abril de 2009

Músicas reduz o estresse

Música reduz estresse e ajuda o coração.
Pesquisadores dos EUA compilam dados de 23 pesquisas e constatam que 30 minutos de música podem auxiliar na redução da pressão arterial.Cientistas norte-americanos afirmaram que ouvir música pode auxiliar no tratamento de pessoas que sofrem de estresse e ansiedade associados à doença coronária. O estudo comparou dados de outras 23 pesquisas, compostas pelo total de 1.461 pacientes. O relatório da análise publicada na revista Cochrane Systematic Reviews mostra que os pacientes, submetidos geralmente a sessões com 30 minutos de música, apresentaram redução na pressão arterial, no ritmo cardíaco e nos níveis de estresse e ansiedade. O estudo mostra que portadores de problemas cardíacos sofriam de estresse e, ao ouvir música, sentiam "certo alívio". A pesquisadora Joke Bradt, da Temple University da Filadélfia, nos Estados Unidos, explicou que pacientes expostos à música tiveram 5.72unidades (em uma escala de 2 a 8) menos ansiedade do que pacientes não expostos. A música também se mostrou útil na redução de ansiedade em pacientes com infarto do miocárdio. Não foram encontradas evidências de que a música tenha reduzido a ansiedade em pacientes que estavam sendo submetidos a procedimentos cardíacos. Tampouco se notaram efeitos nos casos de depressão. Suspeitamos que intervenções musicais ativas oferecidas por um terapeuta musical podem ser mais efetivas, pois é pouco provável que a audição passiva de músicas pré-gravadas aumente os sentimentos positivos do paciente.

Mudanças Ortográficas

Entre voos, pinguins tranquilos e boas ideias, as mudanças do acordo ortográfico nos países de língua portuguesa ainda causam estranhamento em muita gente. Com algumas regras ainda sem definição, tirar dúvida sobre as novas grafias na internet não é tarefa fácil – já que muita gente escreve errado na rede e, nesse caso, o Google não dá conta do recado. Enquanto os corretores automáticos dos programas editores de texto tentam sanar as deficiências, o site Um português é ferramenta interessante para tira-teima nosso de cada dia. E o melhor: é de graça.

Baseado diretamente no documento compartilhado por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, o site cruza os dados do acordo ortográfico e as dúvidas dos usuários, para sanar de vez os problemas dos sedentos de certeza.

Com interface simples, o sistema funciona como qualquer tradutor on-line: o usuário digita o volume de texto que deseja “converter” para a nova grafia. Para entender como funciona, vale usar o texto de exemplo do site, “Não agüento o cheiro da geléia de pêra feita no microondas, fico com enjôo.”

Quando o usuário clica em enviar, além de fazer a correção automática, o sistema explica cada uma das cinco falhas detectadas (aguento, enjoo, geleia, pera e micro-ondas são as bolas da vez), dissecando as regras, dando outros exemplos e apresentando as exceções. Isso torna o Um português a ferramenta completa, que tira a dúvida e ainda ensina, para além dela. Quem tem dúvidas deve consultar a internet ou um professor de português.

Bancos tentam fisgar aposentados

Promoções, kits de cosméticos e até vales-saúde transformaram-se nas principais iscas usadas pelos bancos para tentar fisgar os cerca de 18,5 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com o crédito consignado. Elas, as iscas, serão as estrelas na primeira de uma série de campanhas publicitárias que vão estourar mês que vem, em busca da retomada dos empréstimos com desconto direto nos benefícios. Já tem banco oferecendo até R$ 6 milhões em prêmios aos agentes bancários, conhecidos como “pastinhas”, que ultrapassarem as metas de vendas dos contratos no país. Desde que o INSS voltou atrás e restabeleceu, em março, a margem consignável (comprometimento de renda da aposentadoria) de 20% para 30%, as operações não param de crescer.

Em Sergipe, o volume de vendas de empréstimos para aposentados saltou 40% em um mês e 70% dos correspondentes bancários já voltaram à carga, depois de praticamente fecharem as portas ano passado devido à crise mundial e redução da margem. Segundo as pesquisas as investidas das operações de telemarketing e as divulgações em associações de aposentados voltaram com força total. Alguns agentes bancários que haviam saído do negócio estão retomando as atividades, e os que ficaram estão trabalhando de forma mais agressiva. Este ano vai ser muito bom para o setor, embora não volte a ser o que já representou um dia.

Consumidores tentam driblar a crise

A classe média brasileira deu um salto de 26% nos últimos cinco anos e já representa 53% da população brasileira. São quase 100 milhões de indivíduos que passaram a ocupar a fatia intermediária da pirâmide, com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807. Um crescimento que veio com a ampliação da renda familiar e do acesso ao crédito, às prestações e aos sonhados bens de consumo. Em plena crise financeira mundial, a base da economia está fazendo uma ginástica para manter o orçamento em dia e adiou planos de pagamento a longo prazo, mas atravessa tudo isso sem abrir mão das conquistas. Bens como internet, telefonia celular e eletrodomésticos, uma espécie de luxo essencial, continuam em destaque nas despesas das famílias. Na cesta do supermercado, os itens adicionados nos últimos anos também não foram cortados.
Segundo pesquisa realizada pela agência de publicidade Nova S/B em parceria com o Ibope, diretamente com consumidores da classe média, 72% dos 4,5 mil entrevistados ainda não alteraram os hábitos de consumo em decorrência da crise e 44% sequer pretendem alterá-lo. Quando se fala em lista de compras, vestuário, supermercado, celular, lavadora de roupas, televisores e produtos de beleza figuram entre os mais desejados. A alimentação ainda é o carro-chefe, mas os pequenos prazeres se tornaram fundamentais.

Lacen distribui kits para Esquistossomose

O Laboratório Central de Saúde Pública Parreiras Horta (Lacen) começou a intensificar nos municípios sergipanos a distribuição de kits para testes de coproscopia, utilizados no exame parasitológico de fezes para detectar os casos de esquistossomose. O objetivo da medida é descentralizar a realização de diagnóstico laboratorial desses exames.

De acordo com a bióloga Catarina Zita Araújo, responsável técnica pelo Laboratório de Entomologia do Lacen, os kits - produzidos pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fiocruz, no Rio de Janeiro - começaram a ser entregues no final do ano passado. "A meta é distribuir o material para os 54 municípios considerados áreas endêmicas e que estão inseridos no Plano Nacional de Controle da Esquistossomose, do Ministério da Saúde", explica.

Para atingir os 54 municípios sergipanos, o Governo Federal encaminhará, ao todo, 1,6 mil kits ao Lacen. Cada um deles permite a realização de até 100 testes de coproscopia. Do final de 2008 até agora, já foram distribuídos cerca de 300 kits, dos quais 150 apenas este ano.

Hemose conta com parceria da FANESE

Cerca de 90 estudantes dos cursos de Administração e Direito da Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese) participaram na noite da última quinta-feira, 16, da campanha 'Santo de Casa Também Faz Milagre', promovida pelo Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose). Esta já é a quarta vez que a Fanese colabora com a iniciativa do Hemose, que tem como objetivo aumentar as doações de sangue.

A coleta aconteceu no primeiro piso do Shopping Riomar e também contou com a colaboração de professores e funcionários da instituição de ensino superior. A última participação do grupo ocorreu em dezembro do ano passado. De acordo com a gestora de Recursos Humanos da Fanese, Fernanda Barros, a faculdade já inseriu as doações coletivas em seu calendário acadêmico.

"Somos parceiros do Hemose e vamos continuar doando semestralmente. A próxima ação deve ocorrer na primeira semana de outubro", adiantou Fernanda. Ela acrescentou que a presença da equipe do hemocentro na faculdade facilita as doações, já que a maioria dos estudantes não tem tempo de ir até ao banco de sangue. "A gente ganha tempo e não deixa de ser solidário às pessoas que precisam da reposição do sangue".

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Preço dos genéricos supera os de marca

A partir desta quarta-feira, os fabricantes de medicamentos podem reajustar os preços de seus produtos em até 5,9%. O aumento, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vale para cerca de 20 mil remédios. Nas prateleiras das farmácias, no entanto, o reajuste não deve ser imediato para o consumidor. Muitos lojistas prometem segurar o preço até acabar o estoque antigo. A própria Anvisa espera que o reajuste não seja praticado por todos os laboratórios, em função da forte concorrência.

A guerra de preços na indústria farmacêutica, contudo, já leva medicamentos genéricos a serem vendidos por preços maiores do que os de marca. Em alguns casos, chegam a custar duas ou três vezes mais. É o caso, por exemplo, do antibiótico Clindal, do Laboratório Merck. A caixa de 500mg com três comprimidos é vendida por R$ 9,30 na farmácia Farbrasil. Já o genérico azitromicina sai por R$ 34,40, variação de 270%. O emagrecedor Síbus, da Eurofarma, também apresenta diferença grande de preço. A caixa com 30 comprimidos de 15mg é vendida na Ligue Farma por R$ 27,45. O genérico da marca, o sibutramina, sai por quase o dobro do preço: R$ 50,75.

A explicação, segundo as farmácias, é que os grandes laboratórios estão reduzindo o preço de seus produtos de marca para não perder clientes. “A concorrência entre os laboratórios está muito grande. O preço mais baixo é uma política das indústrias para não perder mercado para os genéricos. Há muitas promoções”, afirma Lázaro Luiz Gonzaga, presidente do Sindicato do Comércio Farmacêutico de Minas Gerais (Sincofarma) e um dos vice-presidentes da ABC Farma.

Os fabricantes tiveram até terça-feira para apresentar à CMED relatório com os preços que pretendem praticar ao longo do ano. De acordo com a Anvisa, as indústrias que não cumprirem a medida poderão ser multadas em valores que variam de R$ 212 a R$ 3,2 milhões. Os remédios homeopáticos e fitoterápicos não estão submetidos a esse controle. O gerente da Farbrasil, Roberto Carlos Soares, afirma que a reposição de preços na sua loja vai ser feita gradativamente. “Vou repassar aos poucos, pois a concorrência está muito grande”, diz.

O administrador Leonardo Pinheiro já encontrou remédio de marca mais barato do que os genéricos. Ele gasta mensalmente cerca de R$ 200 com medicamentos. “Faço sempre a cotação. Se o genérico está mais barato, não tenho nenhum preconceito. A disputa entre as drogarias está acirrada.