quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Especialistas debatem Portos e Hidrovias

Especialistas nacionais e estrangeiros debatem de hoje (10) até a próxima sexta-feira (12) o uso integrado e sustentável do mar e da rede fluvial, no Seminário Internacional de Portos e Hidrovias. Idealizado pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do do Rio de Janeiro (UFRJ), o encontro busca contribuir para um melhor direcionamento das pesquisas e estudos nacionais relacionados à questão dos portos e hidrovias do país. Hoje, os participantes dos debates abordaram mudanças climáticas e seus impactos, erosão costeira, renaturalização de rios e estuários, planejamento e desenvolvimento sustentável. De acordo com a professora do Programa de Engenharia Oceânica da Coppe, Susana Vinzon, é papel da universidade contribuir com o debate. “Há uma mudança de paradigmas, em nível mundial, em relação à concepção de projetos voltados para o meio costeiro e fluvial, tendo como ponto de partida o funcionamento dos sistemas naturais. Temos de discutir o desenvolvimento portuário e hidroviário no Brasil, mas não precisamos e nem devemos repetir os erros de países desenvolvidos”, afirmou. A presidenta do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Isaura Fraga, avaliou o primeiro dia do fórum como uma troca de ideias positivas. "O Inea apresentou propostas para licenciamento dos portos, suas dificuldades, o histórico dos portos de Sepetiba e da Baía de Guanabara e também discutiu a necessidade de um consenso em relação às possibilidades de áreas de exposição por conta da insegurança jurídica. Isso ocorre, por exemplo, com as licenças. Esses fóruns são fundamentais para que apresentarmos, discutirmos e solucionarmos esses problemas", salientou Isaura. Segundo ela, experiências e soluções de outros países foram avaliadas positivamente e, por isso, serão analisadas dentro do Inea. Ressaltou que o Brasil tem situações específicas, que não precisam ser copiadas de outros países. "Temos uma baía [de Guanabara] cheia de riquezas. Então, não devemos copiar tudo, mas é importante que utilizemos essas propostas como reflexão", alertou a presidenta do Inea.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SUS terá novo tratamento para tumor raro

SUS terá novo tratamento para tumor raro Com investimento de R$ 5,8 milhões por ano, pacientes com Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST) contarão com o uso pós-cirúrgico do medicamento Mesilato de Imatinibe. O Ministério da Saúde acaba de incluir na tabela SUS um novo procedimento de quimioterapia para o Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST) para pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de agora, a rede passa a contar com o uso do medicamento Mesilato de Imatinibe também para quimioterapia adjuvante da doença, ou seja, um tratamento auxiliar recomendado para pacientes com risco de retorno da doença após retirada cirúrgica do tumor. Antes desta recomendação, o medicamento já era usado no SUS para tratamento outros cânceres, como Leucemia Mielóide Crônica e Leucemia Linfoblástica Aguda, e também para quimioterapia paliativa do próprio GIST. A estimativa é de que a medida beneficie cerca de 500 pacientes ao ano e gere impacto financeiro da ordem de R$ 5,8 milhões. O objetivo da incorporação do uso do medicamento na quimioterapia após a cirurgia é reduzir o risco de recaída e, assim, aumentar a sobrevida do paciente. O GIST é um tipo raro de câncer que atinge principalmente o trato digestivo. No mês de julho deste ano, o Ministério da Saúde publicou uma portaria de atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do GIST. Nesta atualização, foi mantido o uso do Mesilato de Imatinibe para a finalidade paliativa e definidos os critérios também para o uso adjuvante do medicamento. Mas ainda faltava incluí-lo na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS. Com a inclusão do procedimento na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais, os serviços podem registrar e faturar o procedimento ofertado e receber pelos atendimentos realizados, sendo o medicamento adquirido pelo Ministério da Saúde e fornecido pelas secretarias estaduais de saúde aos hospitais credenciados no SUS e habilitados em oncologia. A incorporação foi decidida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (CONITEC), que estabelece garantias à proteção do cidadão quanto à segurança e eficácia de novas tecnologias incorporadas ao SUS, por meio da comprovação da evidência clínica consolidada e os estudos de custo-efetividade. GIST - O Tumor Estromal Gastrointestinal é uma neoplasia rara. A doença ocorre em ambos os sexos e em qualquer faixa etária, entretanto, é mais comum em pessoas acima dos 40 anos de idade, com média de idade ao diagnóstico de 58 a 63 anos. Esses tumores correspondem a aproximadamente 1% das neoplasias primárias do trato digestivo, e estima-se que a incidência seja de 7 a 20 casos por milhão de habitantes. Os sintomas da doença são tumor, sangramento, perfuração e obstrução. Cerca de 20% dos casos são assintomáticos, sendo os tumores encontrados durante endoscopias, exames de imagem do abdômen ou procedimentos cirúrgicos, como gastrectomias. INCORPORAÇÃO - A inclusão de qualquer medicamento no SUS obedece às regras da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), que exige comprovação da eficácia, custo-efetividade e segurança do produto por meio de evidência clínica consolidada e assim garante a proteção do cidadão que fará uso do medicamento. Após a incorporação, o medicamento ou tecnologia pode levar até 180 dias para estar disponível ao paciente.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

INCOR fará "Raixo X" de Ciclistas

Usuários de bike podem participar de projeto que será lançado nesta segunda-feira, 1º de setembro, com o propósito de gerar dados científicos para subsidiar políticas públicas em saúde e mobilidade urbana, tendo como base o ciclismo. O Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) lançará nesta segunda-feira, 1º de setembro, às 9h30, o Projeto Pedal, com as presenças dos secretários municipais do Verde e Meio Ambiente, Wanderley do Nascimento, e do Transporte, Gilmar Tatto. O objetivo do Programa é conhecer em profundidade o perfil desse contingente de pessoas de todas as idades que convive diariamente, nem sempre de forma amigável, com a gigantesca frota de veículos de cidades brasileiras como São Paulo (metrópole que fechou 2013 com 7,5 milhões de automóveis nas ruas). Segundo o coordenador do Pedal, o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, a criação do Projeto busca atender a demanda por informações científicas que possam balizar políticas públicas em saúde e em mobilidade urbana, voltadas para a promoção do ciclismo e para a segurança das pessoas que se utilizam desse meio de transporte, de lazer ou de prática de atividade física. “Ao participarem do Pedal, os ciclistas contribuirão de forma direta com a realização desse propósito”, diz o coordenador. O surgimento contínuo de ciclovias e de faixas exclusivas para bicicletas em vários pontos da cidade (como incentivo ao transporte não-poluente e à adoção de um estilo de vida mais saudável) torna irremediável a busca de indicadores seguros para a discussão do tema. “A ciência já conhece bastante sobre os benefícios da prática do ciclismo como atividade física, tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. Mas desconhece quais são os riscos reais a que esse contingente de pessoas se expõe ao fazer essa pratica física nas condições de trânsito e de poluentes no ar de uma metrópole como São Paulo ou de outras grandes cidades do Brasil”. O Dr. Santos é uma das referências no País em pesquisas sobre os efeitos da poluição no sistema cardiovascular como precursor de doenças do pulmão, do coração e de outros órgãos, como o cérebro. Consta no rol de seus estudos a análise desse efeito sobre funcionários da Companhia de Engenharia de Trafego de São Paulo (CET) que atuam nas Marginais e de taxistas, duas categorias profissionais altamente expostas aos poluentes do ar na cidade. Segundo o médico, ainda não existe estudo brasileiro que relacione esse risco nos ciclistas. Pesquisas realizadas em grandes metrópoles da Europa e dos Estados Unidos (saiba mais), contudo, apontam que, em indivíduos saudáveis, os benefícios da prática parecem compensar os custos da maior exposição aos poluentes a que estão submetido os amantes da bike. “Queremos encontrar esse limiar de custo-benefício na população brasileira, tendo como ponto de partida São Paulo. Com isso, poderemos contribuir de forma mais efetiva, para que se estabeleçam as melhores condições para a prática do ciclismo urbano, seja como propulsor de saúde, lazer ou meio de transporte não-poluente”, diz o coordenador do Projeto Pedal. Nesse primeiro momento, os ciclistas estão sendo incentivados a cadastrarem os seus dados no site do Programa Pedal – www.incor.usp.br (clique aqui). A partir dessas informações, a equipe construirá o perfil dos ciclistas em São Paulo: quem são, em que situações utilizam a bicicleta, hábitos de vida, registro de acidentes de que já foram vítimas no trânsito etc. Às informações subsidiarão a estruturação de estudos clínicos e experimentais para avaliar o risco a que essa população está exposta e sua contribuição para a mobilidade urbana por meios não-poluentes.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Técnicos da SES participam de Videoconferência sobre Ebola

Técnicos da SES participam de Videoconferência sobre Ebola com Ministério da Saúde Técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Secretaria da Saúde de Aracaju participaram esta semana de uma videoconferência com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (MS) e com os demais estados brasileiros para discutir o plano de contingência para possíveis casos suspeitos de Ebola. Dentre os técnicos presentes estavam os representantes das Vigilâncias Epidemiológica, Sanitária e da rede hospitalar das duas Secretarias, além do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). De acordo com o médico infectologista da SES, Marco Aurélio Góes, o plano de contingência é uma ação preventiva e a possibilidade que seja encontrado um caso suspeito da doença em Sergipe e no Brasil é remota. "O plano de contingência de Sergipe, que está em fase final de elaboração, seguirá o protocolo do Ministério da Saúde e dirá qual será o fluxo para condução dos casos suspeitos, ou seja, o papel de cada equipamento e serviço na assistência e como os profissionais de saúde devem proceder para assistir o paciente. Cada Estado tem um hospital de referência. Em Sergipe, a unidade é o Huse e a remoção do paciente é feita pelo Samu", disse Marco Aurélio Góes. "Os casos que serão considerados suspeitos são os daquelas pessoas provenientes do países africanos de Serra Leoa, Guiné e Libéria nos últimos 21 dias e que apresentem sintomas como febre de início súbito e sinais de hemorragia. É importante reforçar que até o momento não foi registrado nenhum caso suspeito no Brasil", destacou o médico. "O Ministério da Saúde vai enviar kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o Samu contendo materiais impermeáveis, a exemplo de botas, luvas, máscaras, toca, macacão, entre outros. Já iniciamos o levantamento dos materiais no Huse para, se necessário, fazer a aquisição de alguns deles conforme a normatização da Anvisa. Feito isso, estamos prontos para atender os possíveis casos que possam aparecer no Estado", disse Daniela Pizzi, coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Saúde (Cievs) da SES. Ebola - O Ebola é uma doença infectocontagiosa, de alta letalidade, transmitida através do contato com secreções e sangue contaminados. Os sintomas da doença podem ser confundidos com os da dengue (nas formas mais graves), leptospirose e meningite. "Os principais sintomas do Ebola são febre, vômito e manifestações hemorrágicas no pulmão, intestino, pele, entre outros. 80% dos casos da doença são letais", finalizou Marco Aurélio Góes.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Resultado da Cirurgia Plástica

O cirurgião plástico Dr. Evando Lucena explica como a aproximação entre profissional e paciente pode ajudar na hora de escolher a cirurgia ideal. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o Brasil realiza aproximadamente 629 mil cirurgias plásticas por ano. Desse total, 735 são operações estéticas e 27% reparadoras. Em 2013, cirurgias plásticas como o implante de prótese de silicone e lipoaspiração foram as mais procuradas em todo país. Com o avanço da tecnologia, a medicina nunca esteve tão eficaz para corrigir imperfeições, eliminar sofrimentos e salvar vidas. Porém, apesar de tantos avanços, a relação entre médico e paciente ainda é fundamental para que o paciente se sinta seguro. Dentro deste cenário, os procedimentos de cirurgia plástica têm como objetivo proporcionar uma simbiose entre o que se passa na cabeça do paciente com o seu corpo, por isso, exige que o cirurgião plástico tenha um conhecimento mais amplo sobre seus hábitos, para poder traçar um histórico que tem como finalidade suprir todas as expectativas do futuro operado, sem causar expectativas que muitas vezes não podem ser atendidas. “Muitas vezes o profissional visa atender a expectativa do paciente, mas a estrutura corporal não permite que o procedimento seja feito. Das duas uma: ou o paciente não fica satisfeito, pois a cirurgia que idealizou não teve como ser feita, ou o médico ultrapassou os limites de segurança e coloca em risco a vida do paciente em uma cirurgia desnecessária”, explica o cirurgião plástico Dr. Evando Lucena. Por fim, a cirurgia plástica proporciona uma mudança muito grande na parte física e psicológica do paciente, resultando em uma melhora como um todo, tornando a pessoa mais positiva, e elevando a autoestima. Por isso, se faz tão importante manter uma perfeita sintonia entre médico e paciente. “O resultado do trabalho de um cirurgião plástico, só pode ser concluído com sucesso quando conhecemos o paciente e, para isso, é necessário investigar o seu comportamento, hábitos e anseios”, declara o cirurgião. Para mais informações sobre Dr. Evando Lauritzen Lucenaacesse.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Iódice tem nova Assessoria de Comunicação

A MktMix Assessoria de Comunicação é a nova agência responsável pelo atendimento à imprensa da Iódice, uma das grifes mais importantes da moda brasileira. O atendimento de jornalismo será feito pela jornalista Maria Fernanda Zanotin, com coordenação de Samantha Simon e o atendimento de produção ficará a cargo de Peter Costa, com coordenação de Chiara Rodello. Em Aracaju, a Loja da Iódice está localizada no primeiro piso do Shopping Riomar, na Avenida Delmiro Gouveia, Bairro Coroa do Meio. Vale a pena dá uma passadinha para conhecer a nova coleção de verão. A MktMix já recebeu o acervo de Verão 2015 e estamos a disposição para futuras pautas. www.iodice.com.br

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Assembleia dos Bancários em Sergipe

O Sindicato dos Bancários realiza assembleia para discutir acordos coletivos Amanhã dia primeiro às 18h, o Sindicato dos Bancários de Sergipe vai realizar uma assembleia-geral com todos os funcionários e funcionárias de bancos dos setores públicos e privados. A assembleia vai debater sobre as estratégias da Campanha Unificada dos Bancários 2014/2015 e autorizar os dirigentes sindicais a realizarem negociações coletivas, celebrar convenção coletiva de trabalho, convenções acordos coletivos aditivos. Segundo a sindicalista, os sindicatos e as federações dos bancários em todo o País estarão dando os primeiros passos para a deflagração da Campanha Nacional dos Bancários. No período de primeiro a quatro do mês de agosto, em todo o país, os sindicatos da nossa categoria farão assembleias com pautas semelhantes. Todos estarão conversando sobre o calendário e estratégias de mobilização, bem como as principais reivindicações para a campanha salarial. Esses temas foram aprovados na grande plenária da 16ª Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada em São Paulo. Ainda farão parte da pauta da assembleia dos bancários o debate e a aprovação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta de reivindicações da categoria bancária, data-base 1º de setembro. Vamos ouvir o presidente do Sindicato dos Bancários, José Souza.