quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vendas caíram

Vendas nos supermercados caíram 5,6% em setembro
Agencia Estado

As vendas dos supermercados caíram 5,6% em setembro na comparação com agosto, segundo números divulgados hoje pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a setembro do ano passado, porém, as vendas reais do setor apresentaram crescimento de 5,5%. No acumulado de janeiro a setembro de 2008, as vendas nos supermercados cresceram 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses números descontam a inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.

O valor real da cesta de 35 produtos classificados pela entidade como de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, recuou 1,25% em setembro em relação ao mês anterior, para R$ 251,99. Já na comparação com setembro de 2007, houve aumento real no valor da cesta de 8,3%. Segundo a Abras, os produtos que registraram as maiores quedas de preços de agosto para setembro foram cebola (-26,6%), batata (-17,9%) e óleo de soja (-5%), enquanto as maiores altas foram de sabonete (+4,3%), margarina (+4,2%) e tomate (3,3%).

Vendas em supermercados caíram 5,6%

As vendas dos supermercados caíram 5,6% em setembro na comparação com agosto, segundo números divulgados hoje pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a setembro do ano passado, porém, as vendas reais do setor apresentaram crescimento de 5,5%. No acumulado de janeiro a setembro de 2008, as vendas nos supermercados cresceram 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses números descontam a inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.O valor real da cesta de 35 produtos classificados pela entidade como de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, recuou 1,25% em setembro em relação ao mês anterior, para R$ 251,99. Já na comparação com setembro de 2007, houve aumento real no valor da cesta de 8,3%. Segundo a Abras, os produtos que registraram as maiores quedas de preços de agosto para setembro foram cebola (-26,6%), batata (-17,9%) e óleo de soja (-5%), enquanto as maiores altas foram de sabonete (+4,3%), margarina (+4,2%) e tomate (3,3%).

Vendas em supermercados caíram 5,6%

As vendas dos supermercados caíram 5,6% em setembro na comparação com agosto, segundo números divulgados hoje pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a setembro do ano passado, porém, as vendas reais do setor apresentaram crescimento de 5,5%. No acumulado de janeiro a setembro de 2008, as vendas nos supermercados cresceram 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses números descontam a inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.
O valor real da cesta de 35 produtos classificados pela entidade como de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, recuou 1,25% em setembro em relação ao mês anterior, para R$ 251,99. Já na comparação com setembro de 2007, houve aumento real no valor da cesta de 8,3%. Segundo a Abras, os produtos que registraram as maiores quedas de preços de agosto para setembro foram cebola (-26,6%), batata (-17,9%) e óleo de soja (-5%), enquanto as maiores altas foram de sabonete (+4,3%), margarina (+4,2%) e tomate (3,3%).

Aneel autoriza reajuste de 24,5%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou ontem a aplicação de reajustes nas tarifas de quatro distribuidoras de energia da Região Norte do País. No Amazonas, a Aneel calculou aumentos de tarifas para a Manaus Energia e a extinta Companhia Energética do Amazonas (Ceam). Apesar de esta segunda - que atende o interior do Estado - ter sido adquirida em março pela Manaus Energia (que atua na capital), as tarifas cobradas nas duas áreas de concessão só serão unificadas em novembro de 2009. No caso da Manaus Energia, o reajuste será de 15,08% para os clientes residenciais. No caso das indústrias, a conta vai subir até 15,06%. Já na Ceam, os consumidores residenciais terão reajuste de 19,16% e as indústrias, de 21,65%. Para ambas as empresas, os reajustes entram em vigor no próximo sábado.
A Aneel também autorizou a aplicação de reajustes nas duas empresas de Roraima: Boa Vista Energia (que atende à capital) e Companhia Energética de Roraima (CER). Para a Boa Vista Energia, o aumento a ser aplicado aos consumidores residenciais é de 16,38%As indústrias pagarão 16,54% a mais pela energia. No caso da CER, os clientes residenciais terão reajuste de 24,59%, mesmo porcentual a ser aplicado nas tarifas das indústrias.Segundo a Aneel, os fortes reajustes refletem o aumento dos custos de energia adquirida pelas empresas e também a variação do IGP-M, índice usado para calcular parte do reajuste.

Desemprego cai em seis estados

A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do País pesquisadas pela Fundação Seade, em convênio com o Dieese, caiu para 14,1% em setembro, ante a taxa de 14,5% em agosto. A pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. O total de desempregados foi estimado em 2,839 milhões de pessoas. O nível de ocupação subiu 0,8% em setembro em relação a agosto e aumentou 5,6% em comparação a setembro de 2007O rendimento médio real dos ocupados nas seis regiões metropolitanas registrou um incremento de 1% em agosto ante julho e passou a R$ 1.171,00. Em comparação a agosto de 2007, ocorreu uma elevação de 4,8%. A massa do rendimento dos ocupados apresentou aumento de 1,6% em agosto ante julho e subiu 10% em comparação a agosto de 2008.
A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo recuou para 13,5% em setembro, ante a taxa de 14% apurada em agosto, segundo a pesquisa de emprego e desemprego (PED) realizada pela Fundação Seade em convênio com o Dieese. O total de desempregados no mês passado foi de 1,425 milhão de pessoas nessa região, ante 1,476 milhão em agosto

Desemprego cai em seis estados

A taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do País pesquisadas pela Fundação Seade, em convênio com o Dieese, caiu para 14,1% em setembro, ante a taxa de 14,5% em agosto. A pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. O total de desempregados foi estimado em 2,839 milhões de pessoas. O nível de ocupação subiu 0,8% em setembro em relação a agosto e aumentou 5,6% em comparação a setembro de 2007
O rendimento médio real dos ocupados nas seis regiões metropolitanas registrou um incremento de 1% em agosto ante julho e passou a R$ 1.171,00. Em comparação a agosto de 2007, ocorreu uma elevação de 4,8%. A massa do rendimento dos ocupados apresentou aumento de 1,6% em agosto ante julho e subiu 10% em comparação a agosto de 2007.
A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo recuou para 13,5% em setembro, ante a taxa de 14% apurada em agosto, segundo a pesquisa de emprego e desemprego (PED) realizada pela Fundação Seade em convênio com o Dieese. O total de desempregados no mês passado foi de 1,425 milhão de pessoas nessa região, ante 1,476 milhão em agosto

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Prêmio do SESI

O Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para Artes Plásticas tem o propósito de incentivar a arte contemporânea brasileira e a inovação. A iniciativa é uma homenagem ao notório galerista Marcantonio Vilaça, um dos principais responsáveis pela projeção internacional da arte contemporânea brasileira nos anos 90.
Uma das principais características do prêmio é incentivar artistas de todo o país. Os vencedores do concurso recebem bolsa de trabalho no valor de R$ 30 mil e são acompanhados durante um ano por um crítico da área, para desenvolvimento de seu talento. Ao participar do prêmio, os artistas têm a oportunidade de expor sua obra em seis capitais brasileiras, além de fazer parte de um catálogo bilíngüe, contendo a retrospectiva de sua trajetória profissional.O Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para Artes Plásticas acompanha todas as etapas de produção dos artistas, além de estimular sua produção e fortalecer os acervos públicos, levando desenvolvimento, arte e cultura para os trabalhadores da indústria, estudantes e comunidade geral, em diversas partes do país. Perguntas mais frequentes:Quem pode participar do Prêmio Marcantonio Vilaça? Pessoas físicas residentes no Brasil e responsáveis pela criação e execução de suas obras. O candidato também deve ser brasileiro nato ou naturalizado ou, sendo estrangeiro, possuir visto de permanência definitiva há mais de cinco anos e Registro Nacional de Estrangeiros (RNE) na forma do Estatuto dos Estrangeiros (Lei Federal no 6.815/80) e enquadrar-se em pelo menos uma das três seguintes hipóteses: ter realizado entre duas e não mais que 10 dez exposições individuais em galerias comerciais; ter até 20 anos ininterruptos de atividade no circuito artístico, a contar de sua primeira participação em mostra coletiva; ter nascido em ou após 1962. Grupos artísticos podem participar do prêmio?
O prêmio aceita a inscrição de grupos artísticos, desde que se enquadrem em pelo menos uma das seguintes hipóteses: ter realizado entre duas e não mais que 10 dez exposições individuais em galerias comerciais; e ter até 20 anos ininterruptos de atividade no circuito artístico, a contar de sua primeira participação em mostra coletiva. A inscrição de um grupo deverá ser feita por um de seus membros, ficando ele responsável por todas as negociações e contratos firmados entre o grupo e a organização do prêmio.