Fazenda mantém em 4,7% previsão de IPCA para 2012
O Ministério da Fazenda manteve a projeção de que a inflação deste ano ficará em 4,7%. A estimativa faz parte do boletim Economia Brasileira em Perspectiva e foi feita com base no relatório de inflação do Banco Central de dezembro de 2011. Se confirmada a projeção, o IPCA encerrará 0,2 ponto porcentual acima do centro da meta. No ano passado, a inflação encerrou no limite do teto da meta, em 6,5%. "Depois de um período de alta, as pressões de preços observadas no primeiro semestre de 2011 começaram a se dissipar, com recuo da taxa acumulada em 12 meses a partir de outubro", avaliaram os técnicos do ministério no documento. Sobre o resultado do ano passado, a Fazenda destacou que, por sete anos consecutivos, a inflação brasileira encerrou o ano dentro das metas fixadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). "As pressões inflacionárias em 2011 tiveram causas predominantemente externas, sobretudo em decorrência de choques de preço de commodities no fim de 2010 e início de 2011", argumentaram os técnicos. Na avaliação da equipe econômica, diversos indicadores mostram que os preços estão mais comportados desde meados do ano passado. "A expectativa é de que a inflação brasileira ao consumidor prossiga em trajetória de declínio, caminhando em direção ao centro da meta para 2012", preveem.
Acontece na Mídia
Este espaço é uma janela para divulgação de eventos que abordam os grandes temas da atualidade. Aqui serão destaque todos os assuntos relacionados à área de saúde, educação, economia e entretenimento, no âmbito local e nacional. Os interessados em colaborar com o blog, devem entrar em contato pelos telefones (79) 9993-3727, 8853-5684 e 3226-4827 ou e-mail kiteriacordeiro@jornaldacidade.net.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
"O Poder da Análise"
Luiz Antônio Silva
*Psicanalista; professor; administrador; pastor e presidente da Igreja Quadrangular dos Jardins
“O Poder da Análise”
Analisar significa decompor um todo em suas partes. Averiguar; estudar; examinar, explorar; indagar; investigar... Ufa! Isso tudo é sinônimo para analisar. É interessante perceber como determinadas áreas de conhecimento se apropriam de certas palavras, e a gente começa a pensar que elas só têm uso naquele meio. Por exemplo: quando falamos de análise, logo nos vem à mente a área da psique. Na verdade, a análise está presente em muitas outras áreas, inclusive na área da teologia. A Bíblia Sagrada nos convida a analisarmos as coisas, o próximo e nós mesmos. E isso acontece repetidas vezes. Veja as palavras de Jesus registradas em Mateus, capítulo 12, versículos 33 a 35: “Considerem: Uma árvore boa dá fruto bom, e uma árvore ruim dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto. (...) Pois a boca fala do que está cheio o coração. O homem bom do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do seu mau tesouro tira coisas más.” Jesus estava nos ensinando a analisar as árvores pelos seus frutos. Talvez seja essa uma das formas mais simples e mais eficaz de analisarmos uma pessoa ou uma situação. Mas acredito que, na verdade, estamos desprezando essa recomendação de Jesus.
Quantos problemas poderiam ser evitados se fizéssemos uma análise antes de tomarmos certas decisões. Falando de finanças, muitas vezes os problemas existentes nessa área são exatamente por conta da falta de análise. Pessoas que começam um negócio sem nenhuma espécie de avaliação, fazem sociedade sem analisar o sócio. Por outro lado, há pessoas que fazem amizades que, se observassem com cuidado, perceberiam o quanto tais amizades estão sendo um terrível atraso em sua vida. Há namoros que parece que já vêm com prazo de validade vencido, mas a pessoa não abre os olhos para perceber a roubada em que está entrando. Ou seja, o homem tem conseguido usar sua inteligência de forma cada vez mais apurada, porém, para certas coisas, parece que lhe falta sabedoria, isto é, falta saber aplicar sua inteligência. A Bíblia também nos exorta a respeito do seguinte: o primeiro a ser analisado deve ser cada um de nós mesmos. De nada adiantará você sair por aí analisando as situações e as pessoas, e não se dispor a fazer uma autoanálise, pois, assim, nunca conseguirá consertar o que precisa em si mesmo. Depois dessa autoanálise, depois de analisar os outros e as situações, então vem a parte fundamental para as mudanças: uma tomada de providências. Isso me faz lembrar a parábola do filho pródigo, contada por Jesus, a respeito do moço que saiu de casa e gastou erroneamente (sem analisar) tudo que havia recebido do pai. Um dia, porém, percebeu o grande erro que cometera e, então, resolveu voltar para casa e pedir perdão ao pai. E assim fez. Levantou-se e foi para os braços do pai. Ele analisou a sua situação, viu que estava errado e tomou uma atitude para mudança. Por isso, tudo acabou bem. Assim será conosco: se tivermos a sabedoria para analisar, a humildade para assumir os erros e a coragem para provocar as mudanças. Um forte abraço e até a próxima oportunidade, se Deus disser que sim!
*Psicanalista; professor; administrador; pastor e presidente da Igreja Quadrangular dos Jardins
“O Poder da Análise”
Analisar significa decompor um todo em suas partes. Averiguar; estudar; examinar, explorar; indagar; investigar... Ufa! Isso tudo é sinônimo para analisar. É interessante perceber como determinadas áreas de conhecimento se apropriam de certas palavras, e a gente começa a pensar que elas só têm uso naquele meio. Por exemplo: quando falamos de análise, logo nos vem à mente a área da psique. Na verdade, a análise está presente em muitas outras áreas, inclusive na área da teologia. A Bíblia Sagrada nos convida a analisarmos as coisas, o próximo e nós mesmos. E isso acontece repetidas vezes. Veja as palavras de Jesus registradas em Mateus, capítulo 12, versículos 33 a 35: “Considerem: Uma árvore boa dá fruto bom, e uma árvore ruim dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto. (...) Pois a boca fala do que está cheio o coração. O homem bom do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do seu mau tesouro tira coisas más.” Jesus estava nos ensinando a analisar as árvores pelos seus frutos. Talvez seja essa uma das formas mais simples e mais eficaz de analisarmos uma pessoa ou uma situação. Mas acredito que, na verdade, estamos desprezando essa recomendação de Jesus.
Quantos problemas poderiam ser evitados se fizéssemos uma análise antes de tomarmos certas decisões. Falando de finanças, muitas vezes os problemas existentes nessa área são exatamente por conta da falta de análise. Pessoas que começam um negócio sem nenhuma espécie de avaliação, fazem sociedade sem analisar o sócio. Por outro lado, há pessoas que fazem amizades que, se observassem com cuidado, perceberiam o quanto tais amizades estão sendo um terrível atraso em sua vida. Há namoros que parece que já vêm com prazo de validade vencido, mas a pessoa não abre os olhos para perceber a roubada em que está entrando. Ou seja, o homem tem conseguido usar sua inteligência de forma cada vez mais apurada, porém, para certas coisas, parece que lhe falta sabedoria, isto é, falta saber aplicar sua inteligência. A Bíblia também nos exorta a respeito do seguinte: o primeiro a ser analisado deve ser cada um de nós mesmos. De nada adiantará você sair por aí analisando as situações e as pessoas, e não se dispor a fazer uma autoanálise, pois, assim, nunca conseguirá consertar o que precisa em si mesmo. Depois dessa autoanálise, depois de analisar os outros e as situações, então vem a parte fundamental para as mudanças: uma tomada de providências. Isso me faz lembrar a parábola do filho pródigo, contada por Jesus, a respeito do moço que saiu de casa e gastou erroneamente (sem analisar) tudo que havia recebido do pai. Um dia, porém, percebeu o grande erro que cometera e, então, resolveu voltar para casa e pedir perdão ao pai. E assim fez. Levantou-se e foi para os braços do pai. Ele analisou a sua situação, viu que estava errado e tomou uma atitude para mudança. Por isso, tudo acabou bem. Assim será conosco: se tivermos a sabedoria para analisar, a humildade para assumir os erros e a coragem para provocar as mudanças. Um forte abraço e até a próxima oportunidade, se Deus disser que sim!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Manguezais em Sergipe
ONGs mobilizam a sociedade em prol dos manguezais em Sergipe
Ações fazem parte do movimento nacional mangue faz a diferenca, que alerta sobre os riscos que as alterações do Código Florestal trazem para estes importantes ecossistemas em toda zona costeira do Brasil. Nos dias 4 e 5 de fevereiro, Sergipe vai aderir à campanha nacional “Mangue Faz a Diferença”, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que as mudanças no Código Florestal trazem para futuro desses ecossistemas. A campanha tem coordenação nacional da Fundação SOS Mata Atlântica e local do Instituto Mamíferos Aquáticos.No dia 4 de fevereiro, as ações da campanha acontecerão durante o evento Verão Sergipe, no município de Itaporanga D’Ajuda. Durante a manhã, a equipe do Instituto Mamíferos Aquáticos, e parceiros, realizarão um arrastão de limpeza na Praia da Caueira. Serão realizadas também apresentações de capoeira, além da presença da exposições itinerantes “Mamíferos Aquáticos de Sergipe” e “Biodiversidade de Tartarugas Marinhas” e da exposição fotográfica sobre a biodiversidade da APA Litoral Sul. Ainda no dia 4, no final da tarde, a Fundação Pró-Tamar realizará a soltura de filhotes de tartarugas marinhas. Durante o domingo (5), o grupo mobilizará a sociedade com um Passeio Ciclístico. O passeio é aberto ao público e será iniciado, às 8h, no Mirante do Calçadão da 13 de Julho, em seguida, seguirá pela Coroa do Meio, até a Passarela do Caranguejo na Orla de Atalaia e retornará ao Mirante do Calçadão da 13 de Julho, passando pela Av. Beira Mar. Ainda no domingo, acontecerá uma blitz nos semáforos de Aracaju. Voluntários e funcionários do Instituto Mamíferos Aquáticos abordarão motoristas e pedestres, entregando brindes (canetas, fitinhas e adesivos) e passando informações sobre a importância da campanha Mangue Faz a Diferença. Além de Sergipe, a campanha ocorrerá em diversas regiões do país, com manifestações programadas em doze estados (CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, ES, RJ, SP, PR e RS), além de ações em Brasília/DF (confira a programação completa ao fim do texto). Como parte da campanha também está sendo lançado o Manifesto A Favor da Conservação dos Manguezais Brasileiros. Segundo o texto do documento, além dos sérios problemas que já vêm sendo denunciados por cientistas, ambientalistas, especialistas em legislação e organizações da sociedade civil – a exemplo da anistia e da redução da proteção em áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente –, representando um grave retrocesso na proteção das florestas, o projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados e o substitutivo do Senado, atingem também diretamente os ecossistemas costeiros e estuarinos, notadamente os manguezais brasileiros, em toda zona costeira do país. Em seguida, o documento lista os principais problemas trazidos para esses ecossistemas e pede providências às autoridades. O manifesto pode ser acessado na íntegra em http://bit.ly/manguefaz. A ação tem o apoio do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira, responsável pelo movimento “Floresta Faz a Diferença”. Informações, fotos e vídeos sobre todas as atividades, bem como os materiais de comunicação e o manifesto estarão disponíveis no hotsite www.manguefazadiferenca.org.br, a partir de fevereiro. Internautas também poderão acompanhar a mobilização pela fan page da campanha no Facebook, facebook.com/manguefazadiferenca, e manifestar seu apoio via Twitter com a hashtag #manguefazadiferenca.
Manguezais X novo Código Florestal - Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica, da SOS Mata Atlântica, explica que os manguezais servem como berçários para muitas espécies de peixes e crustáceos com importância ecológica, econômica e social. “Hoje, existem mais de 500 mil pescadores no Brasil. Se somados aos empregos indiretos, o número de pescadores ultrapassa 1 milhão, portanto, os mangues são uma fonte de renda para um número significativo de brasileiros. A defesa desses manguezais deve mobilizar toda a sociedade, não apenas os pescadores, pois além da sua importância econômica, eles são áreas fundamentais para a manutenção da vida marinha”. O texto do Código Florestal, aprovado no Senado, coloca em risco esses importantes ambientes, ao propor a consolidação de ocupações irregulares em manguezais ocorridas até 2008, consolidar ocupações urbanas nessas áreas e permitir novas ocupações, sendo 35% em manguezais do bioma Mata Atlântica e 10% na Amazônia. “Como argumento, o projeto de lei defende a carcinicultura (criação de camarões), atividade que já é responsável por enormes passivos socioambientais no Nordeste do país”, explica Motta. Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, destaca que os manguezais são áreas de uso comum da população e essenciais para a qualidade de vida das gerações atuais e futuras. “O projeto de lei que altera o Código Florestal não tem coerência com o processo histórico do país, marcado por avanços na busca pelo desenvolvimento sustentável. Se aprovado, beneficiará um único setor econômico em detrimento do nosso capital natural e de nossas populações. A sociedade, representada em manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da juventude, dos sindicatos, de juristas e de tantos outros segmentos, já se posicionou contra o projeto de lei aprovado pelo Congresso e não pode ser desconsiderada”. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma recebeu 1 milhão e meio de assinaturas de brasileiros contrários à aprovação do novo texto do Código Florestal. O projeto de alterações no Código Florestal tem nova votação prevista para o início de março.
Ações fazem parte do movimento nacional mangue faz a diferenca, que alerta sobre os riscos que as alterações do Código Florestal trazem para estes importantes ecossistemas em toda zona costeira do Brasil. Nos dias 4 e 5 de fevereiro, Sergipe vai aderir à campanha nacional “Mangue Faz a Diferença”, cujo objetivo é mobilizar moradores e turistas sobre a importância dos manguezais e alertar sobre os riscos que as mudanças no Código Florestal trazem para futuro desses ecossistemas. A campanha tem coordenação nacional da Fundação SOS Mata Atlântica e local do Instituto Mamíferos Aquáticos.No dia 4 de fevereiro, as ações da campanha acontecerão durante o evento Verão Sergipe, no município de Itaporanga D’Ajuda. Durante a manhã, a equipe do Instituto Mamíferos Aquáticos, e parceiros, realizarão um arrastão de limpeza na Praia da Caueira. Serão realizadas também apresentações de capoeira, além da presença da exposições itinerantes “Mamíferos Aquáticos de Sergipe” e “Biodiversidade de Tartarugas Marinhas” e da exposição fotográfica sobre a biodiversidade da APA Litoral Sul. Ainda no dia 4, no final da tarde, a Fundação Pró-Tamar realizará a soltura de filhotes de tartarugas marinhas. Durante o domingo (5), o grupo mobilizará a sociedade com um Passeio Ciclístico. O passeio é aberto ao público e será iniciado, às 8h, no Mirante do Calçadão da 13 de Julho, em seguida, seguirá pela Coroa do Meio, até a Passarela do Caranguejo na Orla de Atalaia e retornará ao Mirante do Calçadão da 13 de Julho, passando pela Av. Beira Mar. Ainda no domingo, acontecerá uma blitz nos semáforos de Aracaju. Voluntários e funcionários do Instituto Mamíferos Aquáticos abordarão motoristas e pedestres, entregando brindes (canetas, fitinhas e adesivos) e passando informações sobre a importância da campanha Mangue Faz a Diferença. Além de Sergipe, a campanha ocorrerá em diversas regiões do país, com manifestações programadas em doze estados (CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, ES, RJ, SP, PR e RS), além de ações em Brasília/DF (confira a programação completa ao fim do texto). Como parte da campanha também está sendo lançado o Manifesto A Favor da Conservação dos Manguezais Brasileiros. Segundo o texto do documento, além dos sérios problemas que já vêm sendo denunciados por cientistas, ambientalistas, especialistas em legislação e organizações da sociedade civil – a exemplo da anistia e da redução da proteção em áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente –, representando um grave retrocesso na proteção das florestas, o projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados e o substitutivo do Senado, atingem também diretamente os ecossistemas costeiros e estuarinos, notadamente os manguezais brasileiros, em toda zona costeira do país. Em seguida, o documento lista os principais problemas trazidos para esses ecossistemas e pede providências às autoridades. O manifesto pode ser acessado na íntegra em http://bit.ly/manguefaz. A ação tem o apoio do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira, responsável pelo movimento “Floresta Faz a Diferença”. Informações, fotos e vídeos sobre todas as atividades, bem como os materiais de comunicação e o manifesto estarão disponíveis no hotsite www.manguefazadiferenca.org.br, a partir de fevereiro. Internautas também poderão acompanhar a mobilização pela fan page da campanha no Facebook, facebook.com/manguefazadiferenca, e manifestar seu apoio via Twitter com a hashtag #manguefazadiferenca.
Manguezais X novo Código Florestal - Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica, da SOS Mata Atlântica, explica que os manguezais servem como berçários para muitas espécies de peixes e crustáceos com importância ecológica, econômica e social. “Hoje, existem mais de 500 mil pescadores no Brasil. Se somados aos empregos indiretos, o número de pescadores ultrapassa 1 milhão, portanto, os mangues são uma fonte de renda para um número significativo de brasileiros. A defesa desses manguezais deve mobilizar toda a sociedade, não apenas os pescadores, pois além da sua importância econômica, eles são áreas fundamentais para a manutenção da vida marinha”. O texto do Código Florestal, aprovado no Senado, coloca em risco esses importantes ambientes, ao propor a consolidação de ocupações irregulares em manguezais ocorridas até 2008, consolidar ocupações urbanas nessas áreas e permitir novas ocupações, sendo 35% em manguezais do bioma Mata Atlântica e 10% na Amazônia. “Como argumento, o projeto de lei defende a carcinicultura (criação de camarões), atividade que já é responsável por enormes passivos socioambientais no Nordeste do país”, explica Motta. Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, destaca que os manguezais são áreas de uso comum da população e essenciais para a qualidade de vida das gerações atuais e futuras. “O projeto de lei que altera o Código Florestal não tem coerência com o processo histórico do país, marcado por avanços na busca pelo desenvolvimento sustentável. Se aprovado, beneficiará um único setor econômico em detrimento do nosso capital natural e de nossas populações. A sociedade, representada em manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da juventude, dos sindicatos, de juristas e de tantos outros segmentos, já se posicionou contra o projeto de lei aprovado pelo Congresso e não pode ser desconsiderada”. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma recebeu 1 milhão e meio de assinaturas de brasileiros contrários à aprovação do novo texto do Código Florestal. O projeto de alterações no Código Florestal tem nova votação prevista para o início de março.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Discussão do Ato Médico já dura 10 anos
Proposta que trata do exercício da Medicina e determina atividades privativas dos médicos - chamado de projeto do Ato Médico - está entre as matérias polêmicas na agenda do Senado neste ano. O texto tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde o relatório do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), já lido, deve ser votado na retomada dos trabalhos legislativos, em fevereiro.
A matéria (SCD 268/2002) é uma antiga reivindicação dos médicos, que reclamam maior clareza na delimitação legal de seu campo de atuação. Mas a categoria enfrenta críticas de todos os outros profissionais que atuam na área da saúde, os quais temem o esvaziamento de suas funções e a formação de uma reserva de mercado para os médicos. Os críticos argumentam que a proposta estabelece como exclusivas de médicos atribuições já asseguradas a outras categorias. O texto determina, por exemplo, que cabe exclusivamente aos médicos o diagnóstico de doenças, mas outras categorias, como psicólogos e nutricionistas, reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde de uma pessoa, que engloba aspectos psicológicos e nutricionais.
Também tem sido criticada a norma que define como privativa do médico a execução de procedimentos invasivos, que incluem a "invasão da pele". Acupunturistas, por exemplo, temem que a interpretação do conceito de procedimento invasivo possa restringir sua atuação profissional.Ainda entre os aspectos polêmicos está a determinação de que apenas médicos podem chefiar de serviços de saúde. Para as demais categorias, a norma é um retrocesso em relação às diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), de atendimento universal, igualitário e integral, realizado por equipes multiprofissionais. Apresentado em 2002 pelo ex-senador Benício Sampaio, o projeto foi aprovado no Senado em 2006, na forma de substitutivo da relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO). Após três anos de tramitação na Câmara, a proposição foi aprovada com diversas modificações e voltou ao Senado, em outubro de 2009, para manifestação dos senadores sobre as mudanças sugeridas pelos deputados. O projeto tramita agora na CCJ, mas ainda vai passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS), antes de ir ao Plenário. No final de dezembro, Antônio Carlos Valadares apresentou seu relatório na CCJ, mas pedido de vista coletivo adiou a votação da matéria. Em seu voto, Valadares afirma ter modificado o projeto para atender da melhor maneira possível todas as categorias que atuam na área da saúde (veja quadro comparativo entre as versões do texto). Para ele, a definição de requisitos legais para o exercício da Medicina é essencial para evitar a atuação de pessoas inescrupulosas. De outro lado, ele pondera que uma nova lei não pode avançar sobre o que já está regulamentado para as demais profissões. Desde o início da tramitação do projeto, pelo menos cinco aspectos do texto têm gerado reações das categorias que atuam no setor, que temem prejuízos em sua atuação profissional caso o projeto seja transformado em lei: Diagnósticos de doenças: no relatório em exame na CCJ, Valadares mantém como privativa dos médicos a formulação de diagnóstico nosológico (para determinar a doença que acomete o paciente), mas retira essa exclusividade para "diagnósticos funcional e cinésio-funcional [que avalia funções de órgãos e sistemas do corpo humano], psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mentais, sensorial e perceptocognitivas". Os deputados haviam mantido como exclusivo do médico o diagnóstico funcional, sob argumento, por exemplo, de que no pós-operatório de cirurgias ortopédicas, é atribuição do cirurgião avaliar a função do membro ou órgão operado. A restrição, no entanto, desagradou fisioterapeutas e fonoaudiólogos, profissionais responsáveis por avaliar a capacidade do paciente de, entre outros, realizar movimentos como subir escada, escovar os dentes, articular sons ou levar a comida à boca. Em seu voto, Valadares retirou a exclusividade para esses diagnósticos funcionais, mas manteve como atribuição reservada aos médicos a prescrição de cuidados pré e pós-operatórios.
Assistência ventilatória mecânica ao paciente: o texto aprovado em 2006 no Senado previa como exclusiva dos médicos a "definição da estratégia ventilatória inicial" e a "supervisão do programa de interrupção da ventilação" - procedimento de intubação do paciente acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões. A norma foi questionada pelos fisioterapeutas, profissionais também envolvidos no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI). Conforme emenda da Câmara acolhida por Valadares, caberá exclusivamente aos médicos a "coordenação da estratégia ventilatória inicial e do programa de interrupção da ventilação mecânica". Com a mudança, fica assegurada a participação de fisioterapeutas na estratégia de ventilação mecânica.Biópsias e citologia: Valadares rejeitou mudança da Câmara que limitava aos médicos a emissão dos diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido. A emenda dos deputados foi criticada por biomédicos e farmacêuticos, sob a alegação de que restringia sua liberdade de atuação. Em debate no Senado, representantes dessas categorias afirmaram que a análise citopatológica (para estudo, por exemplo, de células para a identificação de câncer) representa uma "interpretação" do material colhido e não um "diagnóstico médico". Valadares retirou a restrição para emissão desse tipo de diagnóstico, mas manteve como tarefa restrita aos médicos a "emissão de laudos de exames endoscópicos e de imagem, dos procedimentos diagnósticos invasivos e dos exames anatomopatológicos". A anatomopatologia é o estudo das partes do organismo alteradas por processos patológicos. Procedimentos invasivos: o projeto em análise prevê como atribuição exclusiva de médicos a indicação e a execução de "procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia". Pelo texto, tais procedimentos incluem, entre outros, "invasão da epiderme e derme com o uso de produtos químicos ou abrasivos" e a "invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção". A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo. Valadares manteve a norma em seu relatório, mas retirou da lista de atribuições exclusivas dos médicos a "aplicação de injeções subcutâneas, intradérmica, intramusculares e intravenosas", apesar de a recomendação de medicamentos a serem aplicados por injeção continuar sendo uma prerrogativa médica. Direção e chefia: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam em ambulatórios, centros de saúde, centros de atenção psicossocial e nos núcleos de apoio à saúde da família. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.
A matéria (SCD 268/2002) é uma antiga reivindicação dos médicos, que reclamam maior clareza na delimitação legal de seu campo de atuação. Mas a categoria enfrenta críticas de todos os outros profissionais que atuam na área da saúde, os quais temem o esvaziamento de suas funções e a formação de uma reserva de mercado para os médicos. Os críticos argumentam que a proposta estabelece como exclusivas de médicos atribuições já asseguradas a outras categorias. O texto determina, por exemplo, que cabe exclusivamente aos médicos o diagnóstico de doenças, mas outras categorias, como psicólogos e nutricionistas, reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde de uma pessoa, que engloba aspectos psicológicos e nutricionais.
Também tem sido criticada a norma que define como privativa do médico a execução de procedimentos invasivos, que incluem a "invasão da pele". Acupunturistas, por exemplo, temem que a interpretação do conceito de procedimento invasivo possa restringir sua atuação profissional.Ainda entre os aspectos polêmicos está a determinação de que apenas médicos podem chefiar de serviços de saúde. Para as demais categorias, a norma é um retrocesso em relação às diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), de atendimento universal, igualitário e integral, realizado por equipes multiprofissionais. Apresentado em 2002 pelo ex-senador Benício Sampaio, o projeto foi aprovado no Senado em 2006, na forma de substitutivo da relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO). Após três anos de tramitação na Câmara, a proposição foi aprovada com diversas modificações e voltou ao Senado, em outubro de 2009, para manifestação dos senadores sobre as mudanças sugeridas pelos deputados. O projeto tramita agora na CCJ, mas ainda vai passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS), antes de ir ao Plenário. No final de dezembro, Antônio Carlos Valadares apresentou seu relatório na CCJ, mas pedido de vista coletivo adiou a votação da matéria. Em seu voto, Valadares afirma ter modificado o projeto para atender da melhor maneira possível todas as categorias que atuam na área da saúde (veja quadro comparativo entre as versões do texto). Para ele, a definição de requisitos legais para o exercício da Medicina é essencial para evitar a atuação de pessoas inescrupulosas. De outro lado, ele pondera que uma nova lei não pode avançar sobre o que já está regulamentado para as demais profissões. Desde o início da tramitação do projeto, pelo menos cinco aspectos do texto têm gerado reações das categorias que atuam no setor, que temem prejuízos em sua atuação profissional caso o projeto seja transformado em lei: Diagnósticos de doenças: no relatório em exame na CCJ, Valadares mantém como privativa dos médicos a formulação de diagnóstico nosológico (para determinar a doença que acomete o paciente), mas retira essa exclusividade para "diagnósticos funcional e cinésio-funcional [que avalia funções de órgãos e sistemas do corpo humano], psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mentais, sensorial e perceptocognitivas". Os deputados haviam mantido como exclusivo do médico o diagnóstico funcional, sob argumento, por exemplo, de que no pós-operatório de cirurgias ortopédicas, é atribuição do cirurgião avaliar a função do membro ou órgão operado. A restrição, no entanto, desagradou fisioterapeutas e fonoaudiólogos, profissionais responsáveis por avaliar a capacidade do paciente de, entre outros, realizar movimentos como subir escada, escovar os dentes, articular sons ou levar a comida à boca. Em seu voto, Valadares retirou a exclusividade para esses diagnósticos funcionais, mas manteve como atribuição reservada aos médicos a prescrição de cuidados pré e pós-operatórios.
Assistência ventilatória mecânica ao paciente: o texto aprovado em 2006 no Senado previa como exclusiva dos médicos a "definição da estratégia ventilatória inicial" e a "supervisão do programa de interrupção da ventilação" - procedimento de intubação do paciente acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões. A norma foi questionada pelos fisioterapeutas, profissionais também envolvidos no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI). Conforme emenda da Câmara acolhida por Valadares, caberá exclusivamente aos médicos a "coordenação da estratégia ventilatória inicial e do programa de interrupção da ventilação mecânica". Com a mudança, fica assegurada a participação de fisioterapeutas na estratégia de ventilação mecânica.Biópsias e citologia: Valadares rejeitou mudança da Câmara que limitava aos médicos a emissão dos diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido. A emenda dos deputados foi criticada por biomédicos e farmacêuticos, sob a alegação de que restringia sua liberdade de atuação. Em debate no Senado, representantes dessas categorias afirmaram que a análise citopatológica (para estudo, por exemplo, de células para a identificação de câncer) representa uma "interpretação" do material colhido e não um "diagnóstico médico". Valadares retirou a restrição para emissão desse tipo de diagnóstico, mas manteve como tarefa restrita aos médicos a "emissão de laudos de exames endoscópicos e de imagem, dos procedimentos diagnósticos invasivos e dos exames anatomopatológicos". A anatomopatologia é o estudo das partes do organismo alteradas por processos patológicos. Procedimentos invasivos: o projeto em análise prevê como atribuição exclusiva de médicos a indicação e a execução de "procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia". Pelo texto, tais procedimentos incluem, entre outros, "invasão da epiderme e derme com o uso de produtos químicos ou abrasivos" e a "invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção". A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo. Valadares manteve a norma em seu relatório, mas retirou da lista de atribuições exclusivas dos médicos a "aplicação de injeções subcutâneas, intradérmica, intramusculares e intravenosas", apesar de a recomendação de medicamentos a serem aplicados por injeção continuar sendo uma prerrogativa médica. Direção e chefia: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam em ambulatórios, centros de saúde, centros de atenção psicossocial e nos núcleos de apoio à saúde da família. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Material de Construção
Cresce ociosidade na indústria de material de construção.
O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais de construção atingiu, em janeiro, o menor patamar em quase dois anos. Segundo pesquisa divulgada hoje pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o indicador recuou para 84% em janeiro, ante 85% em dezembro e 87% no mesmo mês do ano passado. O resultado de janeiro é o menor desde fevereiro de 2010, quando o indicador registrou 84%. Os dados deste início de ano refletem o crescimento menor que o esperado em 2011, quando o setor fechou com alta de 2,9%. Apesar do faturamento recorde de R$ 108,5 bilhões no período, a elevação ficou abaixo do previsto no início do ano, de alta de 9%. "O resultado indica que a indústria de materiais de construção ampliou sua capacidade de produção num ritmo superior ao crescimento da demanda observada em 2011. Esta tendência deverá ser mantida em 2012, garantindo o abastecimento normal do mercado" afirmou em nota Walter Cover, presidente da Abramat. A pesquisa também mostrou que, em janeiro, 75% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. O dado representa um aumento em relação aos 68% registrados em dezembro e os 72% do mesmo mês do ano passado. Ao mesmo tempo, cresceu a quantidade de empresários otimistas em relação às ações do governo federal para estimular o setor. O porcentual de empresários otimistas em janeiro atingiu 50%, nível maior que os 44% de dezembro, mas bem abaixo dos 69% de janeiro de 2011. O desempenho das vendas de materiais de construção no mercado interno em dezembro foi considerado bom ou muito bom por 65% dos associados da Abramat. Para janeiro, esse otimismo foi verificado entre 53% dos entrevistados, e para fevereiro, entre 62%. No mercado externo, o desempenho das vendas em dezembro foi considerado bom ou muito bom por 28% dos associados da Abramat. Para janeiro e fevereiro, as expectativas de vendas são consideradas boas ou muito boas para 36% e 28% dos entrevistados, respectivamente.
O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais de construção atingiu, em janeiro, o menor patamar em quase dois anos. Segundo pesquisa divulgada hoje pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o indicador recuou para 84% em janeiro, ante 85% em dezembro e 87% no mesmo mês do ano passado. O resultado de janeiro é o menor desde fevereiro de 2010, quando o indicador registrou 84%. Os dados deste início de ano refletem o crescimento menor que o esperado em 2011, quando o setor fechou com alta de 2,9%. Apesar do faturamento recorde de R$ 108,5 bilhões no período, a elevação ficou abaixo do previsto no início do ano, de alta de 9%. "O resultado indica que a indústria de materiais de construção ampliou sua capacidade de produção num ritmo superior ao crescimento da demanda observada em 2011. Esta tendência deverá ser mantida em 2012, garantindo o abastecimento normal do mercado" afirmou em nota Walter Cover, presidente da Abramat. A pesquisa também mostrou que, em janeiro, 75% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. O dado representa um aumento em relação aos 68% registrados em dezembro e os 72% do mesmo mês do ano passado. Ao mesmo tempo, cresceu a quantidade de empresários otimistas em relação às ações do governo federal para estimular o setor. O porcentual de empresários otimistas em janeiro atingiu 50%, nível maior que os 44% de dezembro, mas bem abaixo dos 69% de janeiro de 2011. O desempenho das vendas de materiais de construção no mercado interno em dezembro foi considerado bom ou muito bom por 65% dos associados da Abramat. Para janeiro, esse otimismo foi verificado entre 53% dos entrevistados, e para fevereiro, entre 62%. No mercado externo, o desempenho das vendas em dezembro foi considerado bom ou muito bom por 28% dos associados da Abramat. Para janeiro e fevereiro, as expectativas de vendas são consideradas boas ou muito boas para 36% e 28% dos entrevistados, respectivamente.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Legião Retorna Atividades
Legião Retorna Atividades
A Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer retorna às atividades no próximo dia 06 de fevereiro de 2012. A instituição, que trabalha na prevenção de câncer de mama e colo de útero, realizou 11.276 consultas e exames em 2011, atendimentos estes, totalmente gratuitos. Hoje, 40 mulheres trabalham voluntariamente na Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer, uma organização filantrópica sem fins lucrativos. Todo o dinheiro arrecadado é oriundo de doações, tanto de empresas privadas, pessoas da comunidade e também de eventos promovidos pela instituição, como bazares e a festa junina. Também trabalham na Legião médicos voluntários que se dedicam a prestar um atendimento qualificado e humanizado. A presidente da instituição, Idalina Campos, afirma que a maior preocupação da Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer é aumentar a expectativa de vida das mulheres atendidas. "Queremos conscientizar as mulheres para a importância da prevenção. O câncer é a segunda doença que mais mata no mundo, mas se for identificado no início, tem muitas chances de cura. E nós fazemos isso gratuitamente para pessoas de todo o Estado", afirmou. Neste ano de 2012, o objetivo da Legião Feminina Educação e Combate ao Câncer é aumentar em 20% o número de mulheres atendidas. "O que a gente precisa apenas é de mais médicos voluntários; dessa maneira, poderemos ampliar o atendimento. Além disso, queremos iniciar também a prevenção de câncer de pele com essas mulheres" afirma Idalina Campos, presidente da instituição. Com 47 anos em atividade, a Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer, oferece não apenas exames gratuitos, como também desjejum para as mulheres, o que beneficia aquelas que vêm do interior e precisam esperar o horário de retorno de ônibus para sua cidade natal. Para ser atendida, basta ligar para a organização e agendar um exame. A Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer está funcionando provisoriamente na rua Nossa Senhora das Dores 521, casa cedida pelo Hospital de Cirurgia enquanto à sede da Entidade passa por reforma. Para maiores informações ou doações, o telefone para contato é o 3214-0752.
A Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer retorna às atividades no próximo dia 06 de fevereiro de 2012. A instituição, que trabalha na prevenção de câncer de mama e colo de útero, realizou 11.276 consultas e exames em 2011, atendimentos estes, totalmente gratuitos. Hoje, 40 mulheres trabalham voluntariamente na Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer, uma organização filantrópica sem fins lucrativos. Todo o dinheiro arrecadado é oriundo de doações, tanto de empresas privadas, pessoas da comunidade e também de eventos promovidos pela instituição, como bazares e a festa junina. Também trabalham na Legião médicos voluntários que se dedicam a prestar um atendimento qualificado e humanizado. A presidente da instituição, Idalina Campos, afirma que a maior preocupação da Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer é aumentar a expectativa de vida das mulheres atendidas. "Queremos conscientizar as mulheres para a importância da prevenção. O câncer é a segunda doença que mais mata no mundo, mas se for identificado no início, tem muitas chances de cura. E nós fazemos isso gratuitamente para pessoas de todo o Estado", afirmou. Neste ano de 2012, o objetivo da Legião Feminina Educação e Combate ao Câncer é aumentar em 20% o número de mulheres atendidas. "O que a gente precisa apenas é de mais médicos voluntários; dessa maneira, poderemos ampliar o atendimento. Além disso, queremos iniciar também a prevenção de câncer de pele com essas mulheres" afirma Idalina Campos, presidente da instituição. Com 47 anos em atividade, a Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer, oferece não apenas exames gratuitos, como também desjejum para as mulheres, o que beneficia aquelas que vêm do interior e precisam esperar o horário de retorno de ônibus para sua cidade natal. Para ser atendida, basta ligar para a organização e agendar um exame. A Legião Feminina de Educação e Combate ao Câncer está funcionando provisoriamente na rua Nossa Senhora das Dores 521, casa cedida pelo Hospital de Cirurgia enquanto à sede da Entidade passa por reforma. Para maiores informações ou doações, o telefone para contato é o 3214-0752.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Nova Schin no Pré-Caju
NOVA SCHIN LEVA FOLIA E CURTIÇÃO PARA O PRÉ-CAJU 2012
O CervejÃO patrocina pelo sétimo ano consecutivo a maior prévia carnavalesca do Brasil. Considerado a abertura oficial do carnaval brasileiro, o Pré-Caju consolida-se como o evento mais aguardado do calendário sergipano, atraindo muitos turistas para o estado. Este ano, a festa acontecerá entre os dias 19 e 22 de janeiro, contando mais uma vez com o patrocínio da Nova Schin. Pela sétima edição consecutiva, o cervejÃO levará alegria e animação à folia, que terá shows musicais de grandes estrelas do axé, como Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Cláudia Leitte e Timbalada. Comemorando 21 anos de sucesso, o Pré-Caju reunirá aproximadamente 400 mil pessoas por noite, que poderão curtir os blocos, trios independentes e camarotes da Avenida Beira Mar, circuito oficial da festa. O camarote da Nova Schin este ano contará com completa infraestrutura dividida em dois andares, com serviço de buffet, lounge, minissalão de beleza e espaço de foto-lembrança, onde os convidados poderão registrar os momentos de alegria na folia. Com capacidade para 200 pessoas por dia, o camarote terá sua decoração voltada para a campanha de verão da marca, Estação CervejÃO. A participação da Nova Schin em mais uma festa tão importante para o Nordeste reforça o compromisso da Schincariol com a Região. Ao longo dos anos, a marca Nova Schin tem prestigiado os maiores festejos de Sergipe, como o Pré-Caju e o São João. A organização do evento espera gerar um investimento aproximado de R$ 6 milhões, movimentar 700 setores da economia sergipana e criar em torno de 20 mil empregos diretos. Atrações - Serão quatro dias de folia refrescados pelo cervejÃO e embalados por grandes atrações. Na primeira noite, quinta-feira, 19, os foliões vão curtir, entre as atrações, a banda Timbalada e o cantor Tomate. No dia 20, a festa conta com a Banda Eva, Cheiro de Amor, Claudia Leitte e Aviões do Forró. No sábado, 21, é dia de Chiclete com Banana, Asa de Águia, Psirico, É o Tchan e Parangolé. Para fechar o evento em grande estilo, o domingo, dia 22, traz a musa do cervejÃO, Ivete Sangalo, para comandar a farra, além de repeteco do Chiclete com Banana e os grupos Harmonia do Samba e Forró do Muído.
O CervejÃO patrocina pelo sétimo ano consecutivo a maior prévia carnavalesca do Brasil. Considerado a abertura oficial do carnaval brasileiro, o Pré-Caju consolida-se como o evento mais aguardado do calendário sergipano, atraindo muitos turistas para o estado. Este ano, a festa acontecerá entre os dias 19 e 22 de janeiro, contando mais uma vez com o patrocínio da Nova Schin. Pela sétima edição consecutiva, o cervejÃO levará alegria e animação à folia, que terá shows musicais de grandes estrelas do axé, como Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Cláudia Leitte e Timbalada. Comemorando 21 anos de sucesso, o Pré-Caju reunirá aproximadamente 400 mil pessoas por noite, que poderão curtir os blocos, trios independentes e camarotes da Avenida Beira Mar, circuito oficial da festa. O camarote da Nova Schin este ano contará com completa infraestrutura dividida em dois andares, com serviço de buffet, lounge, minissalão de beleza e espaço de foto-lembrança, onde os convidados poderão registrar os momentos de alegria na folia. Com capacidade para 200 pessoas por dia, o camarote terá sua decoração voltada para a campanha de verão da marca, Estação CervejÃO. A participação da Nova Schin em mais uma festa tão importante para o Nordeste reforça o compromisso da Schincariol com a Região. Ao longo dos anos, a marca Nova Schin tem prestigiado os maiores festejos de Sergipe, como o Pré-Caju e o São João. A organização do evento espera gerar um investimento aproximado de R$ 6 milhões, movimentar 700 setores da economia sergipana e criar em torno de 20 mil empregos diretos. Atrações - Serão quatro dias de folia refrescados pelo cervejÃO e embalados por grandes atrações. Na primeira noite, quinta-feira, 19, os foliões vão curtir, entre as atrações, a banda Timbalada e o cantor Tomate. No dia 20, a festa conta com a Banda Eva, Cheiro de Amor, Claudia Leitte e Aviões do Forró. No sábado, 21, é dia de Chiclete com Banana, Asa de Águia, Psirico, É o Tchan e Parangolé. Para fechar o evento em grande estilo, o domingo, dia 22, traz a musa do cervejÃO, Ivete Sangalo, para comandar a farra, além de repeteco do Chiclete com Banana e os grupos Harmonia do Samba e Forró do Muído.
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